terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
AS QUATRO LEIS DA ESPIRITUALIDADE

A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

Todo mundo quer ser legal, e todo mundo se ferra na empreitada. É difícil ser legal o tempo inteiro. A gente consegue ser legal a maior parte do tempo, mas aí faz uma besteira e pronto: tudo o que você fez de bom é imediatamente esquecido e você se torna apenas aquele que fez a grande besteira. Aí você precisa de mais uns dois meses sendo exclusivamente legal para todo mundo esquecer da besteira. E quando eles esquecem, você faz outra, claro.
Martha Medeiros.
domingo, 26 de fevereiro de 2012

O principal é não mentir para si mesmo. Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à própria mentira chega a um ponto em que não distingue nenhuma verdade nem em si, nem nos outros e, portanto, passa a desrespeitar a si mesmo e aos demais. Sem respeitar ninguém, deixa de amar e, sem ter amor, entrega-se a paixões e a prazeres grosseiros e acaba na total bestialidade em seus vícios, e tudo isso movido pela contínua mentira para os outros e para si mesmo.
Dostoiévski

Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão. Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma.
Clarissa Corrêa
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Que me importa se é carnaval e todos os blocos estão na rua? Quero é o aconchego da quietude, da minha cama quente, o barulhinho do teclado do meu computador. E essa musiquinha calma que me embala, sussurra. Nada grita, nada desagrada, não há desconforto; apenas estou quieta, observando, percebendo outras sensações que não as já tão conhecidas. Comendo quando tenho fome, dormindo quando sinto sono, enfim, desfrutando o aconchego do meu próprio colo…Falando pouco, mas a minha alegria ainda impera, permeia tudo, o estado é de contentamento. Se estou quieta e se recuso todos os convites para a folia, não se incomodem... é a paz instalada no peito, e eu me fazendo a melhor das companhias!
Marla De Queiroz
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Eu gosto do que começa aos poucos dando pinta de que vai atropelar tudo a qualquer momento. É como um filme de suspense: a gente sabe que vai pular da cadeira de susto, só não sabe quando. É o andar da vida: surpreendente. Gosto assim, dessas surpresas todas, das coisas que começam com um olhar qualquer e terminam em um abraço quentinho, dos beijos que começam na testa e uma hora viram intensidade entre as bocas, de um dia de chuva em que a gente acorda cedo e descobre que todo mundo pode ser feliz. Não há graça em comprar um sorvete e sair comendo. A graça é sentar, saborear, olhar a rua. A graça é começar sem pretensão e deixar a vida acontecer. Nas surpresas é que moram os melhores dias.
Camila Costa
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